À Flor da Pele – evento em parceria com a Sociedade Paranaense de Pediatria. Confira entrevistas!

O cirurgião plástico Dr. Dov Goldenberg (de jaqueta escura na foto), foi o principal convidado do “À Flor da Pele”, evento promovido pela Sociedade Paranaense de Pediatria em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Regional Paraná.O Dr. Dov Abordou como temas principais de suas palestras as lesões vasculares. Em sua opinião, eventos multidisciplinares, como o realizado pela SPP em parceria com cirurgiões plásticos, vasculares e dermatologistas, são de essencial importância ao diagnóstico precoce e adequado encaminhamento dos pacientes pediátricos para atendimento especializado.
NEVOS MELANOCÍTICOS GIGANTES – O tema despertou grande interesse por parte do público presente à jornada. Foi apresentado pelo presidente da SBCP-PR, Renato Freitas, que lembrou que essa anomalia aparece por meio de um pigmento castanho, desde o nascimento em recém-nascidos. Segundo Renato, a cirurgia aplicada utiliza diversos recursos que existem na cirurgia plástica reconstrutiva. A médica Isis Guarezi Nasser, do Hospital Cajuru, também tratou a respeito de Nevos, no período da manhã.
QUEIMADURAS – O cirurgião plástico Robson Netto falou sobre as classificações dos agentes que provocam lesões por queimaduras (fogo, líquido, químicos e elétrico), a profundidade das cicatrizes, a extensão e as formas de tratamento. Mesmo com o avanço de novas técnicas de reparo, Netto reforçou a importância da prevenção, uma vez que as queimaduras deixam sequelas estéticas, funcionais e psicológicas em suas vítimas.
OTOPLASTIA – Assunto em destaque da palestra do cirurgião plástico Luciano Busato, diretor da SBCP-PR “bullying” que esses portadores sofrem na escola, na rua ou mesmo entre os familiares, aliado às novas técnicas de tratamentos, faz com que a procura pela otoplastia só aumente. Meninos são mais afetados pela doença por usarem os cabelos curtos e deixarem as orelhas à mostra.
QUELOIDES – Tema tratado pelo cirurgião plástico Alfredo Duarte, diretor da SBCP-PR. O médico demonstrou que existe um forte componente genético envolvido entre os principais fatores de risco para o surgimento da doença. Lembrou que os principais sinais e sintomas de um queloide podem ser notados a olho nu. As lesões que estão sobre o local do ferimento apresentam-se como protuberâncias salientes, endurecidas e com superfície lisa e avermelhada, escuras ou rosadas. Elas costumam ser mais comuns na região dos ombros, tórax, orelhas e face.